John Hughes: Some Kind of Wonderful

Posted in Uncategorized on August 8th, 2009 by Roberto Pinho


and above all: The Breakfast Club

Mazzy Star – Into dust

Posted in Uncategorized on July 21st, 2009 by Roberto Pinho


Still falling
Breathless and on again
Inside today
Beside me today
Around broken in two
till you eyes shed
Into dust
Like two strangers
Turning into dust
till my hand shook with the way I fear

I could possibly be fading
Or have something more to gain
I could feel myself growing colder
I could feel myself under your fate
Under your fate

It was you breathless and tall
I could feel my eyes turning into dust
And two strangers turning into dust
Turning into dust

Da tristeza nascem as maiores alegrias

Posted in Uncategorized on June 20th, 2009 by Roberto Pinho

Mudança de Endereço do blog

Posted in Uncategorized on October 13th, 2008 by Roberto Pinho

Pequeno ajuste:

www.ascoisas.com para www.ascoisas.com/blog

Feeds RSS possivelmente precisam ser ajustados.

Caymmi

Posted in Uncategorized on August 16th, 2008 by Roberto Pinho

Filmes [quase] esquecidos

Posted in Cinema, Uncategorized on June 29th, 2008 by Roberto Pinho

Child of Glass – O menino que falava com fantasmas – youtube

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The Sentinel – A Sentinela dos Malditos – youtube

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Posted in Uncategorized on June 16th, 2008 by Roberto Pinho

FERREIRA GULLAR : Resmungos gramaticais

Posted in Uncategorized on June 15th, 2008 by Roberto Pinho


FERREIRA GULLAR

Resmungos gramaticais


Sofro de manias e uma delas é de chatear-me com certas expressões, que me parecem erradas

NÃO TENHO, obviamente, a intenção de aborrecer o leitor com minhas manias. Aliás, se dependesse de mim, só escreveria crônicas divertidas em vez de resmungos, graçolas. Mas é que sofro de manias e uma delas é de chatear-me com certas expressões, que vão se tornando comuns e que me parecem erradas. Está bem, está bem, já sei que não existem erros no uso do idioma, pelos menos, essa é a opinião dos lingüistas, e a última coisa que quero é ser considerado por eles um sujeito ultrapassado e ranheta. Mas que posso fazer? Se o cara, referindo-se à semana em que estamos, diz “essa” em vez de “esta”, tenho vontade de lhe mostrar a língua.
Lembram-se da época em que, a três por dois, usava-se a expressão “a nível de”? Essa é uma expressão espanhola e a pronúncia correta é “nivél”, com acento na última sílaba. Não se sabe como nem por que, políticos, jornalistas, deputados, advogados passaram, todos, a usá-la. Começaram dizendo, por exemplo, “a nível de teoria política”, depois “a nível de perseguição policial” e chegaram a jóias como “a nível de ração para cachorros”. Eu sei que está tudo correto e que eu é que sou um chato de galocha, mas sinto-me aliviado ao ver que a mania passou e já ninguém fala “a nível de”. Chego a consolar-me com a suposição de que a língua mesma se encarrega de expurgar esses contrabandos verbais.
Ainda assim, tenho minhas dúvidas, pois a cada momento ouço pessoas instruídas e inteligentes falarem “isso não significa dizer”, o que é uma tradução ruim do inglês. Por que não usam a expressão nossa, legítima e simples “isso não quer dizer”? E a mania agora (já de algum tempo) é usar o verbo postergar em vez de adiar. Você diria a alguém: “aquele nosso almoço vai ter que ser postergado?” Se não falaria assim, não escreva assim, essa é uma boa regra. Mas por que me incomodar com isso, já que ser pernóstico não é o pior dos defeitos?
Há defeitos piores, claro, e mesmo no terreno do idioma, em que todo tipo de atentado à língua se vê com muita freqüência no nosso dia-a-dia. Como disse, não estou querendo encher a paciência dos leitores, mas já repararam como alguns comentaristas de futebol usam certos verbos? Sabemos que o futebol tem um universo verbal próprio, bastante pitoresco, aliás, contra o qual nada tenho a opor, muito pelo contrário. Acho até divertido quando o pessoal se refere a “essa” bola. Nunca dizem, por exemplo, “ele podia ter chutado a bola” e, sim, ter chutado “essa” bola. O jogador nunca “perdeu a bola” e, sim, “perdeu o domínio”. São modos de falar muito pitorescos. O que me incomoda, porém, é quando dizem “Ronaldo machucou”. Machucou o que? O pé, o tornozelo? Não, querem dizer que ele “se machucou”, mas decretaram o fim do modo reflexivo do verbo machucar. E também do verbo “classificar”. Se pretendem dizer que o Corinthians não se classificou para disputar a Taça Libertadores, dizem “o Corinthians não classificou”, como se o verbo fosse intransitivo. A origem disso, não sei qual é, se nasce da corriola futebolística paulistana, mas a verdade é que, como falam para milhões de pessoas, terminarão por impor esse uso errado dos verbos ao resto do país. Perde-se alguma coisa? Vai alguém morrer em conseqüência disso? Não… então, só me resta ficar resmungando no meu canto, mesmo porque podem alegar que, no terreno da gramática, a zorra é total. Não se ouve na TV “as milhões de pessoas”? E como explicar por que o advérbio “sobre” passou a ser usado a torto e a direito em frases como “convencer as pessoas sobre a importância da lei” em vez de “da importância da lei” ou “ele discute sobre problemas sociais” em vez de “ele discute problemas sociais”?
Mas ao folhear um volume de Machado de Assis, deparo-me com a seguinte expressão: “A família Batista foi aposentada em casa de Santos”. Como aposentada na casa? Mas logo percebo que ele se refere aos aposentos que constituem uma casa, ou seja, a família Batista passou a ocupar um aposento da casa de Santos e, por isso, ficou “aposentada” ali. Descubro que a acepção atual é que é metafórica e decorrente daquela. E aí minhas convicções de patrulheiro vernacular começam a esvair-se. Continuo a folhear o livro: “o amor da glória”, em vez de “o amor à glória”, e pior: “a dona não adia da intenção de tomar o que era seu”. Não paro de me surpreender: “cabava de nascer”, por “acabava”, e este uso de “esquecer”: “também não me esqueceu o que ele me fez uma tarde”.
Diante disso, meto a língua no saco, se se pode dizer assim.

A santa palavra em vão

Posted in Uncategorized on October 12th, 2007 by Roberto Pinho

Em tempos de Nobel, retomo um Saramago deixado de lado. Seu Português bem português parece mais limpo e belo aqui que as últimas flores do lácio são mais raras.

Água !

Posted in Uncategorized on April 24th, 2007 by Roberto Pinho